Pois é, é hoje. O DFD '10 reune diversas atividades ao redor do globo em prol do uso de padrões livres para documentos.
Com certeza você quer ler e editar seus arquivos importantes daqui a alguns anos. O ODF garante isso, com a norma ISO/IEC 26300:2006, que já vem sendo adotado como padrão em diversos países. Temos muitos órgãos públicos no Brasil que já usam o ODF.
Então, não fique preso à formatos que podem mudar e te deixar na mão. Converta seus documentos para ODF e use para tudo.
No Brasil, a 4Linux organizou uma webconferência, com diversos nomes, incluindo John "maddog" Hall, Jomar SIlva, representante da ODF Alliance no Brasil e muitos outros. Ela será transmitida no endereço http://webclass.4linux.com.br/dimdim/webenv/dfd-view.html das 19:00 às 20:30hs, horário de Brasília.
Mais detalhes da conferência aqui.
Seja livre! Long life and prosper!
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
How to: Atalhos para páginas web com OpenDNS
Um recurso muito interessante e pouco utilizado do OpenDNS é o atalho, que permite a resolução de nomes personalizados para páginas da Web. Em vez de ter de digitar http://www.lastfm.com.br/user/gamajr bastaria digitar last, e o OpenDNS resolve o nome para você.
Para usar o OpenDNS, você deve mudar os seus servidores DNS para 208.67.222.222 e 208.67.220.220, e depois criar uma conta gratuita no site. Para aproveitar esse e outros recursos do OpenDNS no Linux, você precisa manter seu IP atualizado, usando o ddclient, que tem um tutorial de uso aqui.
Na aba Settings, preencha o seu IP, clique em "Add this network", defina um nome para a rede e salve-a.
Depois, adicione as seguintes linhas no final do arquivo /etc/ddclient.conf:
Vá agora na aba Shortcuts, digite um nome para o atalho, o seu url de destino, clique em "Create Shortcut". Demora algum tempo para que o nome resolva, pois a informação deve ser replicada aos servidores, mas nada que 5 minutos não resolvam.
E não é só isso, usando o OpenDNS você tem estatísticas de seu uso da internet, filtro de phishing, bloqueio de sites por categorias e black-lists. Mas não deixe de usar seu firewall e/ou proxy preferido.
Posts relacionados:
Instalando e configurando o ddclient no Debian e cia.
Para usar o OpenDNS, você deve mudar os seus servidores DNS para 208.67.222.222 e 208.67.220.220, e depois criar uma conta gratuita no site. Para aproveitar esse e outros recursos do OpenDNS no Linux, você precisa manter seu IP atualizado, usando o ddclient, que tem um tutorial de uso aqui.
Na aba Settings, preencha o seu IP, clique em "Add this network", defina um nome para a rede e salve-a.
Depois, adicione as seguintes linhas no final do arquivo /etc/ddclient.conf:
server=updates.opendns.com
protocol=dyndns2
login=seuusuario
password=suasenha
NomedasuaredeVá agora na aba Shortcuts, digite um nome para o atalho, o seu url de destino, clique em "Create Shortcut". Demora algum tempo para que o nome resolva, pois a informação deve ser replicada aos servidores, mas nada que 5 minutos não resolvam.
E não é só isso, usando o OpenDNS você tem estatísticas de seu uso da internet, filtro de phishing, bloqueio de sites por categorias e black-lists. Mas não deixe de usar seu firewall e/ou proxy preferido.
Posts relacionados:
Instalando e configurando o ddclient no Debian e cia.
terça-feira, 23 de março de 2010
How-to: Gnomenu 2.5 no Debian Lenny
Gnomenu é um menu dinâmico escrito em Python, com suporte a temas e altamente customizável, que funciona em window managers com ou sem compositing (Salve, metacity!) e que é uma ótima opção ao menu padrão do Gnome.
Ele roda incorporado ao Gnome-Panel, Cairo dock ou Avant Window Navigator e é licenciado pela GNU GPL v3
Procurando na web, vi diversas pessoas reclamando que não conseguiam instalá-lo no Lenny, por falta do pacote python-gconf. Mas não se preocupe, as funcionalidades desse pacote são supridas no Debian pelo pacote python-gnome2. Na lista de discussão foi até colocada a possibilidade de instalá-lo usando o equivs, mas aqui não foi necessário.
Algo que ainda não pesquisei como fazer, mas já está na lista, é como instalar os temas na pasta de usuário, já que não acho interessante ter de ser root para instalar temas. Achando a solução, faço um post sobre.
Para instalá-lo, nada mais simples:
Baixe o código-fonte aqui.
Instale as dependências:
Após isso, descompacte o arquivo tar.gz em uma pasta de sua preferência, eu uso a pasta /opt, navegue até ela e digite:
Clique com o botão direito no gnome-panel e adicione-o ao painel. Daí, é só buscar os temas no Gnome-look e configurá-lo do seu jeito.
Ele roda incorporado ao Gnome-Panel, Cairo dock ou Avant Window Navigator e é licenciado pela GNU GPL v3
Procurando na web, vi diversas pessoas reclamando que não conseguiam instalá-lo no Lenny, por falta do pacote python-gconf. Mas não se preocupe, as funcionalidades desse pacote são supridas no Debian pelo pacote python-gnome2. Na lista de discussão foi até colocada a possibilidade de instalá-lo usando o equivs, mas aqui não foi necessário.
Algo que ainda não pesquisei como fazer, mas já está na lista, é como instalar os temas na pasta de usuário, já que não acho interessante ter de ser root para instalar temas. Achando a solução, faço um post sobre.
Para instalá-lo, nada mais simples:
Baixe o código-fonte aqui.
Instale as dependências:
#apt-get install python python-xdg python-cairo python-gtk2 python-gnomeapplet python-xml python-gnome2 python-keybinderApós isso, descompacte o arquivo tar.gz em uma pasta de sua preferência, eu uso a pasta /opt, navegue até ela e digite:
#make installClique com o botão direito no gnome-panel e adicione-o ao painel. Daí, é só buscar os temas no Gnome-look e configurá-lo do seu jeito.
